quinta-feira, outubro 7

É com pena que digo que perdi a esperança. As cinzas deixaram de ser cinzas para serem brazas em erupção. Digamos que o meu coração parou. Aliás, digamos que o meu coração é um vulcão adormecido. Ou pelo menos estou a tentar que seja, secalhar ele está em plena actividade e a transbordar lava e eu não o sinto. Mas porquê? Acho que adormeci com a nuvem ácida que decidiste colocar por cima de mim. Das duas uma: ou o problema é meu ou o problema é meu.

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